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Fev 09
publicado por Sandro_Gisele, às 23:08link do post

Sob a direção de Jean-Marc Vallée ("C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor") e com Emily Blunt ("O Diabo Veste Prada") e Rupert Friend ("Orgulho e Preconceito") como protagonistas, o filme pretende dar uma nova visão da monarca que mais tempo ocupou o trono britânico, apresentando-a como uma jovem lutadora, presa em um mundo de homens e disposta a mudar a sociedade de sua época.

 

"Porque um palácio também pode ser uma prisão". Assim começa um filme que revela em quase duas horas até que ponto a princesa Victoria precisou renunciar à sua liberdade pela coroa, e como teve que defendê-la dos ataques lançados de dentro e de fora do "establishment" britânico.

 

Também não podia faltar a lendária história de amor entre a rainha Vitória e o príncipe Albert, que se transforma no maior apoio da monarca quando ela começa a ser questionada.

 

Os momentos-chave do filme são sua espetacular coroação, na Abadia de Westminster, em 1838, e o casamento, em 1840, com o príncipe Albert, com quem teria nove filhos antes de ele morrer de febre tifóide, aos 42 anos.

 

Sua morte abateu tão duramente a rainha que a fez ser chamada, durante o resto de sua vida, de "a monarca de luto", um conceito que Vallée pretende "desmentir", oferecendo a visão de Vitória como uma jovem "apaixonada e cheia de vida".

 

"A rainha Vitória era toda só rebelde, era uma mulher em um mundo de homens e tinha grande confiança em si mesma, queria demonstrar a todos os que a rodeavam que não era jovem demais, que podia ser rainha", explicou o diretor do filme.

 

A duquesa de York, Sarah Ferguson, explicou nesta sexta-feira, durante a apresentação do projeto que decidiu embarcar nele em 1996, ano em que escreveu dois livros sobre a vida de Vitória.

 

Ela afirmou que a maior virtude da rainha foi "a integridade que teve com seu país e sua gente" e que o objetivo do filme do qual participa como produtora é "que as pessoas compreendam o quanto apaixonada estava a rainha" pelo príncipe Albert.

 

Rupert Friend referiu-se neste mesmo sentido ao ressaltar que o coração da rainha "se partiu realmente em dois quando Alberto morreu".

 

Por sua vez, Emily Blunt disse que se sentiu atraída por sua personagem - a própria Vitória - desde o primeiro momento, e descreveu a monarca como uma mulher "excepcional, lutadora e cheia de vida".

 

Assim, afirmou que sua personalidade era "tão moderna" que poderia se encaixar perfeitamente na de uma mulher "própria do século XXI". EFE avh/jp |Q:ACE:pt-BR:01005000:Arte, cultura e espetáculos:Cinema ACE:pt-BR:01028000:Arte, cultura e espetáculos:História POL:pt-BR:11006006:Política:Governo:Monarquia| 02/28/13-00/09


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